sábado, 7 de novembro de 2009

Como o Mário Quintana dizia...

"Nunca diga "te amo" se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo."

E ele não estava errado.
Sentimento é algo infindável, algo que deveria ser valorizado com todo cuidado.
Aprendi com o "pequeno príncipe"...

Aliás, parando aqui um pouco para uma breve explicação. Muita gente deve achar que minha "mania" de pequeno príncipe é coisa boba e infantil. Mas não, não é o desenho, não é ele em si, são os ensinamentos e as lições. Lições essas que se todos se interessassem estaríamos num mundo bem melhor, mas como costuma me dizer um grande irmão é um segredo para poucos.

... Enfim, aprendi com ele que somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos.
Ninguém no mundo é tolo o suficiente para não perceber que está cativando alguém, existe sim pessoas tolas o suficiente para cativarem somente por gosto e ego sem estarem dispostas a se responsabilizar pelo que cativaram.
O fato é que existem pessoas cruéis como as que o Mário citou, muitas vezes nem sabem que são por não conhecerem "a verdade", às vezes até conhecem mas não entendem e ainda tem as que entendem mas não se importam, essas pra mim são as piores.
A gente sabe, a gente sente e percebe quando alguém nos quer bem e reconhece sem esforço algum cada vez que esse querer aumenta.
Olhares, sorrisos, abraços, proximidade e atitudes não negam o que palavras muitas vezes não têm coragem de dizer.

E que se algum dia você resolver pedir para alguém expor sentimentos que você ao menos esteja disposto a tentar se doar mais para essa pessoa.
Se você pede essa confiança a alguém, seja ao menos digno dela.

Não machuque um coração...
Não desperte um sentimento em vão.

=*

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Atenção...

Eu não estou diponível...
Não sou disponível assim tão fácil...
Então faça-me o favor...
A não ser que você tenha certeza de que eu estou interessada...

POUPE-ME!

Meu limite....

Eu tenho um limite que separa os dois extremos do que você pode ter de mim.

Quando me chateio com algo:
Primeiro costumo segurar e fazer de conta que nada está acontecendo... (muito tempo e muitas coisas)
Segundo se não parar (e se eu gostar muito de você) é de costume eu reclamar...
Terceiro tomo atitudes do tipo retirar algo que fiz por ti, por achar que você não merecia.

Em todos esses passos que se você perceber é um período de tempo bem razoável
Pode ter certeza que ainda tem tempo de voltar atrás.
Nessas minhas atitudes não distingo o que são as pessoas, somente o tamanho do carinho que tenho por elas e a importância delas pra mim... E como elas me tratam.

Porém eu tenho um limite...
Limite esse que pode ser alcançado muitas vezes com uma frase ou uma atitude.
Que aparentemente é bem pequena se for analisada sozinha, mas é bem grande quando olhamos por um todo, pela junção de atitudes que me levaram a isso.
Eu detesto levar grito, ignorância, odeio quando são frios comigo...

Costumo chamar esse limite de "ponto de gelo"...
Quer um conselho?
Não atinja esse meu limite se você gosta de mim.
Torno-me uma pessoa altamente fria.
Você pode gostar muito de mim, pode fazer questão da minha amizade, amor ou seja lá o que for, eu simplesmente não consigo mais ser a mesma com você.
Depois que alguém alcança isso de mim dificilmente, mas dificilmente mesmo consegue reverter a situação.
Não que eu faça por querer, simplesmente eu não consigo mais voltar ao meu normal.
Muitas vezes olhei pra uma pessoa se esforçando ao máximo pra tentar fazer as coisas serem como antes só que não consegui olhar de novo para ela com os mesmos olhos.
Eu me afasto totalmente, passo a ser fria e mal consigo conversar 5 minutos com uma pessoa que chegou a tal ponto comigo.

Acho que novamente só daria crédito se a pessoa se tocasse de tudo que aconteceu e viesse ter uma conversa altamente franca comigo e estivesse arrependido.
Porém as pessoas que atingem tal ponto meu costumam se prender somente no que fizeram ou falaram pra eu esfriar totalmente ou muitas vezes nem se tocam e passam a dizer que eu "do nada mudei".
Ficam querendo se reaproximar como se nada tivesse acontecido, se esforçando pra eu voltar a ser como era antes sem perceber que muitas vezes tudo que eu preciso pra quebrar o gelo é algo bem simples.

Tem alguém que gosto muito, muito mesmo... quase conseguindo isso de mim.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tanto faz...

Suas faltas foram muitas e me machucaram demais.
E são somente as suas faltas que me faz sentir pelo menos confortável em qualquer outra história.
Mas tenho de assumir, não tem como fugir, nada desde o nosso fim, nada mesmo consegue me marcar da mesma maneira pelas qualidades.
E não foi falta de entrega minha, não foi por eu não dá chances e nem abrir meu coração novamente.
Foi por falta de reciprocidade...
Talvez exista um alguém certo e que me ame, que se entregue e se dedique.
Talvez não.
Pra mim, sinceramente?
Agora tanto faz.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Aos poucos...

Nas circunstâncias da vida a gente aprender a ser frio.
E a gente nem percebe que cada dor, cada falta de ar, cada aperto no peito, cada lágrima que cai e até as que não podemos deixar cair vão aos poucos nos fazendo alguém diferente.
E aos poucos o coração se fecha, deixa de acreditar e não mais se entrega...

E assim bem aos poucos você me perde.

domingo, 18 de outubro de 2009

Alguém

"Quero um alguém que me mostre que amar não significa abdicar de tudo, onde eu não precise fazer isso e muito menos que isso seja feito pra mim, mas me ensine e aprenda comigo que nas atitudes é preciso pensar e sentir como um só.
Alguém que me ensine a perder o medo, deixar de lado os receios, aceitar os defeitos, sonhar junto, viver junto, que esteja do meu lado pra chorar, sorrir e rir, rir a cada minuto mesmo que a piada seja eu.
Alguém que me mostre que é possível calar com um olhar e escutar o meu silêncio, pois palavras às vezes não são suficientes para um sentimento ou uma pessoa.
Alguém que seja antes de tudo meu amigo, amigo-irmão, amigo-namorado, amigo-amante, onde a ordem das palavras não altere o significado real de nossa história e que isso nunca mude.
Alguém que me aceite assim cheia de defeitos e que seja uma pessoa nada perfeita.
Preciso de alguém que me mostre que a saudade existe, mas não como uma fraqueza e sim como um sentimento inevitável por pessoas insubstituíveis.
Eu ainda acredito que encontrarei alguém insubstituível.
Insubstituível na saudade, no olhar, no carinho e no abraço.
Alguém que somente os momentos juntos faça tudo valer à pena, mesmo que no dia tenha dado tudo errado.
Um alguém pra quem eu não precise fingir ou medir palavras, mesmo que isso mostre o meu pior lado.
Um alguém onde exista uma eterna troca. Troca de carinho, amizade, amor e aprendizados, onde sempre exista crescimento, crescimento próprio como pessoa e como companheiro.
Alguém que faça da nossa história uma eterna conquista."

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

sem título...

...pois não existem palavras que possam explicar o tamanho de um sentimento...





segunda-feira, 5 de outubro de 2009

E o que não foi... Não é.

Hoje olhei pra você e tantos pensamentos passaram na minha cabeça que mal consegui colocar em ordem.
Pensamentos dos momentos bons e ruins, dos teus inúmeros “vacilos” imperceptíveis, das minhas muitas tentativas de te afastar, da dor que eu sentia cada vez que eu conseguia, da necessidade de conter o meu ciúme, minhas inúmeras comparações e muito mais, tudo isso em alguns segundos.
É difícil te encarar, no teu olhar não fixei os meus olhos e acho que possivelmente não mais farei isso da mesma forma de antes. Teu olhar pra mim não é mais o mesmo e tuas brincadeiras perderam totalmente a graça.
Eu não sei o que é, mas todo sentimento que sinto apertar em forma de saudade vem misturada com um conformismo.
Talvez isso se chame maturidade, entender que nem sempre as pessoas vão retribuir tudo que sentimos e nem sempre podem nos amar da mesma forma.
Talvez seja por saber minha parcela de “culpa”, vinda das minhas inúmeras tentativas de te afastar de mim. Eu te quis distante, mesmo apaixonada fiz de tudo pra você não se apaixonar.
Talvez eu nem precisasse de tantos esforços, mas a verdade é que fiz e os porquês e motivos só pertencem a mim e a você. Arrependi-me, porque à medida que eu conseguia meu coração só se apertava e doía, pois no fundo eu não queria. E quando percebi que o quê sentia era mais forte que meus motivos, aliás, quando você me fez perceber, eu já tinha colocado quase tudo a perder.
Agora estou sem saber o que fazer, presa a impotência de apenas sentir saudade.
A verdade é que eu já vi histórias mais complicadas darem certos e histórias mais perfeitas acabarem.
É como todo mundo costuma dizer: "Se não foi é porque não era pra ser. E o que tiver de ser será!"

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Finalmente...

setembro está no fim...



;D

sábado, 26 de setembro de 2009

Mais uma vez...

um castigo muito grande para um erro tão pequeno.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Das coisas que aprendi...

9 coisas que aprendi com relacionamentos antigos

1.Em um relacionamento ambos precisam ceder;
2.É preciso aceitar os defeitos um do outro, respeitar e ser respeitado;
3.Quando é somente um faz por onde acontecer, é pq o outro não tá afim de verdade;
4.Antes de amar o outro precisamos nos amar primeiro;
5.Cada um deve ter sua privacidade, ou seja, ciúme tem limite;
6.Falta de reciprocidade é o começo do fim;
7.Sentimentos frágeis não valem a pena;
8.As vezes, o inesperado acontece;
9.E principlamente, que ninguém é insubstituível.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

As estrelas mesmo não existindo mais ainda brilham.

As estrelas...
Foi por elas que eu me guiei.
E entre elas eu te procurei.
Nas estrelas... Lindas brilhando no teto do meu quarto.
Elas me diziam que o meu amor estava quase ali e bem pertinho.
Elas me pediam paciência e me davam uma certeza.
E eu esperava... Sabia que viria.
Em algum lugar naquele pequeno céu que eu tinha no teto do meu quarto, meu sonho vivia.
Foi quando eu pensei que encontrei.
Eu segurei, abracei e beijei.
Mas não era.
Foi embora e deixou feridas de um amor mal resolvido.
Deixou a sensação de que meu sonho continua perdido entre as estrelas.
Eu achava que o tempo poderia curar essas feridas.
Só que o tempo? Ele só passa...
E hoje não tenho mais meu pequeno céu, minhas estrelas e nem mais a certeza que eu tinha que meu amor chegaria.
A única certeza que tenho é que o tempo não fecha feridas.
Cada vez mais eu vou vendo que pra isso é preciso ser amado.
Não só amar, não amar só... mas principalmente ser amado.
Porque o tempo? O tempo só passa...
O tempo apenas acostuma.
Quanto as estrelas?
Sei que elas brilham em algum lugar, apenas sei que elas estão lá.
Se eu pudesse mais uma vez ter meu pequeno céu ali.
Ter uma pequena certeza.
De que existe alguém que não verá um passado e muito menos irá ligar pro meu coração machucado.
Só uma pequena certeza...
De quê ao invés de receio haverá cuidados.
Ao invés de desejos de ter me conhecido no passado haverá vontade de me mostrar um novo futuro.
Haverá amor.
Amor verdadeiro.
E aí sim, haverá cura.

sábado, 19 de setembro de 2009

Tua rosa!

Lembre-se ela não é uma raposa...

Ela é uma rosa.

Vai rever todas as rosas e verás que mesmo todas sendo iguais... Ela é única no mundo.

Ela não mais quer ser uma raposa... Ela tá cansada de ter que dizer adeus e ficar somente com a cor do trigo.

Ela é uma rosa... Tua rosa!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Você insistiu em escutar palavras.

Você diz que é bom porque não é você quem está no meu lugar.
Isso pode até te machucar e chatear:

"Mas não era nunca pra eu ter me sentido assim.
Querer eu não queria.
Se eu pudesse controlar não existia."

Se eu soubesse fazer diferente com certeza faria.
Mas essa sou eu, sou assim quer você queira ou não...

Um não tão óbvio.
E você ainda diz que pode quem sabe do nada virar um sim: "Porque o amor não tem regras, nem dia e hora marcadas. O amor pode aparecer do nada."

Mas só você não vê que o contrário é aparentemente impossível.
Amor não nasce onde sequer existe saudade.

No meu silêncio disse mil vezes que te amava...
No meu olhar mostrei mil vezes que te queria...

Mas você queria escutar palavras...
Esqueceu que palavras trazem com elas, muitas vezes, um emaranhado de mal-entendidos.

Eu repeti mil vezes: "Eu vou estragar tudo!"

Mas você insistiu em escutar palavras...
Não percebeu que no meu silêncio eu era paciente.
Eu não te pressionava, não era insegura e muito menos ansiosa.
No meu silêncio havia apenas o que a gente queria e como a gente queria.

Mas você insistiu em escutar palavras.

Da próxima vez escute o silêncio... ele é muito mais valioso do que as palavras.
E não me deixe estragar tudo mais uma vez.

=/

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

"Oi querida"


Quem é ela? Pra muitos é Ana Leite de Figueredo, pra mim é a Vovó Ana, a mulher mais calma e paciente que já conheci, tão linda, doce e delicada, justa, tão pequena e grande ao mesmo tempo. Era frágil, mas possuia uma força inimaginável. Eu tive a felicidade de ter essa grande mulher como avó... Foram momentos lindos e felizes ao lado dela, foram momentos de admiração pela pessoa tão grande que ela é. Sim ela ainda É, mesmo hoje não estando mais aqui entre nós, em nenhum momento senti que perdi minha querida vovó, foi apenas uma despedida momentânea. Sei que ela está ao lado de Deus, e no dia de sua partida, vi o entardecer mais bonito da minha vida até hoje, e com certeza foi a chegada dela no céu. A saudade é imensa e agora a lembrança é tudo que temos, e nunca vou esquecer nenhuma delas. Eu amo e amarei para o resto de minha vida.
Ao nosso mundo 28/07/1919
Ao lado de Deus 09/09/2009.

domingo, 6 de setembro de 2009

Diálogo

Ela quase chorou na frente dele!
Ele: Ah! Num faz isso, não chora aqui. Não na minha frente.
Ela: Eu não to chorando.
Ele: Teus olhos praticamente se encheram de lágrimas.
Ela: E faz o quê?
Ele: Chora por dentro, mas não mostra. Depois deixa pra chorar tudo em casa só pra você. Você não sabe fazer isso?
Ela: [Um momento de silêncio... Um olhar]: Hunrum! Sei sim.

Mas ela pensou, praticamente repetiu as palavras pra ela mesma em seu próprio pensamento: Eu sei! E como sei, fiz isso várias vezes durante essa noite e você nem percebeu, mal sabe que esse foi apenas um pequeno deslize.

sábado, 29 de agosto de 2009

Ontem...

Ontem sentei à beira mar no final da tarde.
Fiquei ali olhando o mar.
Jogando conversa fora... até o Sol ir embora.

=]

...

Mais uma vez ela se apaixonou por alguém que aparentemente nunca vai se apaixonar por ela.
E ela sabe disso.
Ela já viveu isso algumas vezes, também viu suas irmãs, primas e amigas passarem por isso e sabe bem onde termina a história.
Sabe que se acreditar na força do próprio amor pode se machucar ainda mais e está tentando ser o mais racional possível.
Ela fica falando mil vezes por dia pra ela mesma as razões que tornam impossíveis ele amá-la, e não são poucas.
Está apertando o coração procurando diminuir algo que só quer crescer e parece que tem vontade própria.
Quando quer acreditar nas razões que tornam possíveis que ele a ame tem somente a teoria de que o amor surpreende e às vezes chega de repente onde menos se espera.
E ela é boba, ainda tem esperança que pode sim acontecer o inesperado.
Ela está agora no seu cantinho pensando nele e ele está em algum lugar por aí.
E no exato momento, eu duvido que ele lembre-se ao menos que ela existe.

A pior saudade é aquela que a gente sabe que não é recíproca.
É uma saudade que dói e que nos trás a angústia de saber a distância entre dois corações, mesmo que os corpos estejam colados.
É a maior distância que existe.
E é difícil tentar segurar o nó na garganta e conter uma lágrima quando nos batemos frente a frente com essa realidade.

domingo, 23 de agosto de 2009

Será?

Queria descobrir o momento certo da vida.
O momento certo de dizer adeus e deixar pra trás ou o momento certo de te puxar pra mim e dizer “preciso de ti”.
O momento certo de arriscar um novo projeto, uma nova vida ou um novo “pulo no abismo”.
É necessário mesmo arriscar-se assim?
Queria descobrir o instante exato que mudaria tudo.
Queria ter o segredo que fizesse tudo ficar ao meu jeito.
A fórmula certa pra você me amar...
E se eu tivesse?
Será que eu a usaria?
Ou será que não seria mais prazeroso pular no abismo de novo?
Certamente, talvez eu não a usasse.
E por quê?
Porque é maravilhoso ser amado por si mesmo, ser amado sem esforços, ser amado simplesmente por ser o que é.
Nenhuma necessidade excessiva de amor me faria usar fórmulas com ninguém
Porque se meu abraço não te convencer, nem meu beijo, meu caráter, meu olhar, meu jeito, minha vida, meu sorriso, meus conceitos... Se nem meu amor conseguir te convencer a me querer...
Tu não serás capaz de me dá o que quero e mágoas de ti com certeza não guardarei.
E se você me perguntar o que eu faria por ti?
Por ti eu pulei de novo num abismo...


Queria saber brincar com a vida, mas é ela quem brinca comigo.